quarta-feira, 24 de julho de 2013

Um vídeo que diz tudo

https://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k


A favor ou Contra o Sistema





A análise criteriosa e fora do padrão cartesiano de observação dos fatos nos leva a deduzir a grande possibilidade de existência de uma teoria "conspiratória", onde forças malévolas dominam o sistema vigente.
O controle do sistema como um fantoche, sendo manipulado por multinacionais, sob a dominação massiva do sistema capitalista, criou um estado permanente de direcionamento da máquina econômica, social  e política, em prol de seus objetivos.
Da agricultura a saúde, foi sendo introduzido um pensamento dominante com discursos arraigados de verdades postas como "absolutas".

Aqueles que se colocam contra o sistema são desmoralizados e tidos como loucos, pois ao exibir outras facetas da realidade imposta criam um desconforto e geram a insegurança.

Ao serem banalizados, são julgados por olhares obstruídos pelas lentes do sistema, e se quer tem sua chance de serem colocados a prova.

Os que se juntam ao sistema ou trabalham em prol a ele, sem questioná-lo, vivendo a doçura da ignorância patrocinada por ele, e agem como exércitos de zumbis na replicação de seu pensamento deturpado.


Mera Coincidência? Acho que não


A Máfia Médica" e a indústria da doença

Postado por Simone de Moraes 00:18:00 21/07/2013 

Crédito : Reprodução
“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.
Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.
A seguir, uma bela entrevista à  autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
- Porquê essa decepção?
- Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram refletir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.
Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.
- E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
- Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.

- E quem designa esse comité científico?

= Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.

- E isso foi clarificador para si…?
=E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.

- O poder econômico?
= Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
-Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
= Efetivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.

- Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
= Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.

- E que papel desempenha o médico nessa máfia?
=O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

-O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
=A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

- É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
= Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

-Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas
= São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.

-E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
= Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

- E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
= Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.

A MÁFIA MÉDICA
-Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
= Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

- Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?
= Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.

- Em que consiste essa declaração?

=Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.

- Uma acção que não se questiona
= Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico!

- Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
= Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.

- Uma máfia sumamente poderosa!
= Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

AS AUTORIDADES MENTEM
-O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.
= Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.

- Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém.

Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas
= Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.

Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se
destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.

- A quais se refere?
= Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.

- E até que ponto podem ser também perigosas?
= As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.

- Agradeceria que mencionasse algumas
= Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência
médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.

-Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
= Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixa. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado.

- Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório
= Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

-Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida
= Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.

-Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério
=O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

- E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”
= Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.

A MÁFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
= Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.

- Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
= Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto.

- E em que ponto crê que estamos?
= Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
- E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
= O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.

- E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?

= Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque tentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Laura Jimeno Muñoz


quinta-feira, 18 de julho de 2013

http://issuu.com/patriciabarroso/docs/palestra_patricia_barroso_agrot__xi?workerAddress=ec2-54-226-122-166.compute-1.amazonaws.com
A ciência da Produção de Alimentos


A produção de alimentos na forma de agricultura, iniciou no tempo em que o homem deixou de ser nômade, e passou a habitar uma mesma área por longos períodos. Na verdade não foram os homens que inciaram o cultivo dos alimentos, mas sim as mulheres. Elas eram as responsáveis por cuidar das crianças e preparar os alimentos, que incluía a coleta  e o cultivo dos vegetais. Os homens se preocupavam com a caça e a defesa do grupo do ataque de animais e de outros grupos.

No incio a agricultura tinha um enfoque de subsistência, se plantava o necessário para si e sua comunidade. Com o tempo foi sendo realizado o escambo com as sobras, e a sociedade foi sendo construída. No período feudal as relações comerciais foram se fortalecendo e a agricultura foi crescendo de volume, produzindo-se uma quantidade maior de alimentos para abastecer o comércio.

Durante este período era utilizado para o combate das pragas o sal, o extrato de crisântemos, a água de fumo, e o enxofre. O agricultor observava o meio ambiente e tentava reproduzir em pequena escala suas interações, evitado-se a modificação forte no cenário em que produzia.

Com o inicio da Primeira Guerra Mundial e o fortalecimento da indústria bélica e química, iniciou-se a produção dos primeiros compostos sintéticos. 

Os primeiros estragos desta época foram cruelmente sentidos pelos países oprimidos e opressores. Os nazistas utilizavam em suas câmaras de gás o produto Zyklon B, que no pós guerra foi introduzido na agricultura como inseticida.

Durante a guerra do Vietnã muitos litros do agente laranja, um produto originário da mistura de dois agrotóxicos o 2,4 D com o 2,4,5 T, foram despejados pelos aviões sobre as florestas daquele país com o objetivo de causar a desfolha das árvores para facilitar a identificação dos inimigos. Este produto altamente tóxico para o ser humano, foi despejado sobre a população vietnamita e sobre os soldados do próprio exército americano. Somente estes foram ressarcidos financeiramente pelas sequelas que apresentaram no pós guerra, enquanto que aquela população foi destruída por aquele veneno e sente os efeitos até hoje.

Em 1943 inicia a Revolução Verde, movimento criado pela indústria química visando a comercialização de seus produtos excedentes do pós guerra, utilizando-se a desculpa da necessidade da ampliação da agricultura para o abastecimento da população mundial. Este novo modelo de agricultura fortemente embasado na utilização dos adubos químicos e dos agrotóxicos, era visto como o ápice da tecnologia agrícola e foi fortemente apoiado pelas empresas de extensão rural que entregavam aos agricultores estes pacotes produtivos completos.

Com este novo panorama a agricultura ampliou suas fronteiras agrícolas, e iniciou a produção em larga escala, e as monoculturas tomaram os campos. 

A monocultura é o plantio de uma única espécie em uma grande área, utilizando para isto uma grande quantidade de insumos, tais como adubos químicos e agrotóxicos, pois a monocultura altera fortemente a paisagem e cria uma condição artificial de produção. 

Neste modelo de agricultura você cria desertos biológicos, pois ocorre a redução da biodiversidade que é a garantia de equilíbrio de um ecossistema. 

Desta forma surgem as pragas, pois a população de insetos favorecida pela ausência de seus predadores naturais se sobrepõe dentro do sistema e incia-se os desequilíbrios que hoje encontramos nos sistemas agrícolas das principais culturas que são produzidos no modelo de monocultura, que são a soja, o milho, a cana-de-açúcar e o algodão.

Com esta metodologia nova de plantio o agricultor virou as costas para a natureza, e perdeu seu elo de ligação com o meio ambiente. Podemos afirmar que a partir da adoção desta nova modelagem de produção o homem entrou em guerra com a natureza, dominando-a e a sub julgando.

Infelizmente este novo modelo produtivista é o que perdura até os dias de hoje, e vemos aumentar o arsenal utilizados pelos agricultores e incentivado pela indústria. O home do campo abandonou seu conhecimento ancestral e se enredou neste universo ingrato e cruel, onde muitos tornaram-se escravos do sistema e não sabem como retornar ao modo de produção natural.

Dentro deste cenário está inserida a ciência da agronomia, que procura analisar o sistema como um todo, avaliando sua intrincada teia de relacionamentos. 

Por se tratar de um universo de extrema complexidade temos diversas correntes de pesquisa e ação dentro desta ciência, representando aos mais diversos interesses.

Nesta briga de gato e rato temos a agroecologia que apregoa o retorno da comunhão do homem com a natureza. No entanto, poucas são as escolas de agronomia que trabalham nesta linha de pensamento, infelizmente.

O que temos presenciado hoje no campo é um verdadeiro exército de engenheiros agrônomos que só conhecem uma ferramenta de ação frente aos problemas das pragas. Isto é  muito grave pois todo o conhecimento adquirido foi abandonado, optando-se pela "facilidade" falsa que este modelo produtivista impõe.

O que tenho para propor é o resgate do conhecimento da natureza, aplicado no MANEJO INTEGRADO de PRAGAS (MIP), que envolve o conhecimento semiótico.

O MIP compreende inicialmente uma diagnose bem feita através dos processos de amostragem, identificação da praga, níveis de ação e a mortalidade natural no agroecossistema - Este é o alicerce para a realização do MIP e a tomada de decisão DAS ferramentas que serão utilizadas para combater os problemas e garantir a produtividade no campo.

Neste blog muitos me vêem escrever sobre os agrotóxicos e todas as externalidades que os envolve, mas quero deixar claro que tenho pleno conhecimento de que a produção em larga escala de alimentos sem eles é inviável, mas estes se tratam de uma FERRAMENTA que deve ser bem utilizada, e usada com parcimônia, avaliando-se os riscos de seu uso, e utilizada em interação as tantas outras ferramentas que temos a disposição no sistema agrícola, como:  variedades resistentes, o controle biológico,  os feromônios, a transgenia e os diversos métodos culturais.

Os agricultores precisam é fazer as pazes com a natureza e entender que agindo em conjunto a ela muitos de seus problemas serão minimizados e até mesmo sanados.






segunda-feira, 15 de julho de 2013

O mundo segundo a Monsantoo


Para quem se interessa pelo assunto - agrotóxicos, recomendo ler o livro e assistir ao filme - O mundo Segundo a Monsanto.


Que de Santo não tem nada.... Ainda mais em http://www.elconfidencial.com/alma-corazon-vida/2013/06/11/comemos-veneno-el-cancer-la-infertilidad-y-la-diabetes-son-por-la-comida-122753/, onde a jornalista Marie Robin, minha Idala, fala sobre suas descobertas. Compartilho da mesma opinião e não tenho medo de divulgá-la.
Agrotóxicos: Tem que saber usar

Os agrotóxicos são substâncias químicas utilizadas em produtos agrícolas e pastagens, para combater o crescimento de ervas espontâneas, danos causados por insetos e controlar doenças causadas por fungos, vírus e bactérias nas plantas.

Os principais grupos de agrotóxicos são: fungicidas, bactericidas, herbicidas e inseticidas.

A introdução destas substâncias nos cultivos agrícolas brasileiro iniciou na década de 20, e após a Segunda Guerra Mundial, devido ao excedente de produção da indústria bélica, teve um aumento significativo na sua utilização por volta da década de 40. Movimento este conhecido como Revolução Verde.

O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam através dos alimentos. 

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos levou à degradação dos recursos naturais - solo, água, flora e fauna -, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos.

Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo excesso destas substâncias. Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.

Portanto é imprescindível o uso do equipamento de proteção individual em todas as etapas da manipulação destas substâncias, como no preparo da calda, durante a aplicação e após o uso, no processo de lavagem dos utensílios e do recipiente.

A orientação para a utilização dos defensivos de forma adequada é sempre realizada pelo Engenheiro Agrônomo, presente no balcão de venda, onde o profissional emite o receituário, contendo as informações necessárias para o uso, e os tratamentos necessários para o caso de intoxicações.

Para evitar o uso indiscriminado e excedente destes produtos, deve-se exigir a presença de profissionais habilitados nos pontos de comercialização. Pois assim teremos a garantia do uso correto desta ferramenta fundamental para o sucesso dos empreendimentos agrícolas, sem desperdícios, e reduzindo-se os efeitos nocivos que estes produtos podem causar ao homem, e ao meio ambiente.
Brasil: Celeiro ou Lixeira do Mundo?

Analisando os dados de produtividade e aberturas de mercado, vemos que o Brasil está se tornando um dos países de maior destaque na área do agronegócio. Desde 2008, o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de agrotóxicos, ficando atrás dos EUA, que é o país de maior produção agrícola.

Grandes multinacionais da industria do agrotóxico, tem o Brasil como o principal mercado consumidor, e infelizmente este número tende a aumentar.

Incompreensivelmente o nosso país não cobra impostos sobre os agrotóxicos, ou seja, permite e incentiva o comércio crescente destes produtos.

Em análises realizada pelo Programa de Análise de Resíduos em Alimentos da ANVISA vemos a miscelânia de ingredientes ativos que poluem nosso alimentos. Verificamos que muitas das amostras analisadas apresentaram índices de resíduos dentro dos limites máximos permitidos. Mas que limite são esses para a ingestão de veneno? Quem determina esses limites senão a própria indústria que os fabrica.

A propósito, a mesma indústria que fabrica os venenos que infestam nosso alimento, também fabrica medicamentos. Que mercado "negro" é esse que fabrica a doença e a pseudo-cura?

Analisando a lista de ingredientes ativos de agrotóxicos que foram banidos pela Comunidade Européia e os Estados Unidos, nos perguntamos, porque estes mesmos produtos ainda são permitidos no Brasil? Existe um artigo legal que afirma que o pais retiraria do mercado produtos que forem banidos por países signatários de acordos internacionais com o Brasil. Então porque não o faz?

Hoje os produtos que são destinados ao mercado internacional são fortemente analisados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, exite até mesmo produção segregada, destina exclusivamente para a exportação. Esta produção segregada, livre das ractopaminas, dos transgênicos e dos ingredientes ativos proibidos nos países a que se destinam apresentam altos padrões de qualidade, enquanto que é destinado ao mercado intermo o rejeito do que vai para o exterior, sem nenhum controle sobre o tipo de substância que contém.

Está na hora do povo acordar também para a qualidade do alimento que consome. Temos visto a escalada dos índices de câncer, de problemas da tireoide, da infertilidade, e tudo isto está diretamente ligado ao uso dos agrotóxicos, ao alimento, a água e o ar contaminado.

Temo que a longevidade comece a declinar nas próximas décadas, principalmente nos países destinados a produção agrícola. Temo não chegar a idade de meus avós, pois o veneno está na mesa, no pão nosso de cada dia.

Nas prateleiras dos supermercados vemos a proliferação desenfreada de produtos contendo transgênicos, que tiveram seu uso permitido desrespeitando o princípio da precaução, pois ninguém sabe no que vai dar. Pesquisas internacionais já apontam que animais alimentados exclusivamente com milho e soja transgênica apresentaram lesões em seus estômagos, e processos alérgicos.

Vivemos hoje em um grande laboratório a céu aberto, e estamos sofrendo na carne os efeitos funestos desta dita nova tecnologia. Vivemos sob a ditadura cruel de multinacionais que não enxergam nada além de cifras.

Até de onde se esperava um postura mais natural, vemos o discurso produtivista dentro das academias. No globo rural deste último domingo fiquei bestificada ao observar o comentário de um pesquisador. Foi descoberto que as goiabeiras serviam de controle para o psilídeo dos citros, e ao invés do pesquisador recomendar o cultivo misto das duas espécies, como forçosamente a repórter tentava afirmar, o tal pesquisador alegava que esta não era a recomendação, pois ele já havia isolado o componente da goiabeira que espantava o inseto, já o tinha patenteado, agora estava produzindo o composto para se chegar a transgenia...como assim???? Não era muito mais simples recomendar o plantio consorciado??? Porque relutar em trabalhar em conjunto a natureza e não viver esta guerra na criação de ambientes artificiais?

Mas, voltando ao velho mundo e sua sabedoria intrínseca delapidada ao longo dos séculos, sua população está cada dia mais livre dos malefícios do mundo moderno, pois hoje possuem rígidos padrões de qualidade sobre seu alimento e seu meio ambiente, inclusive dois países europeus conseguiram expulsar do país uma das maiores multinacionais do setor agrícola/químico. Enquanto isso, os países do terceiro mundo destroem todos os recursos naturais que possuem, poluem suas águas, seus solos, e adoecem sua população para produzir o alimento que se destina ao velho mundo. Sábios, muito sábios!!! Vão deixar todo o resíduo da produção e ficar só com a parte boa, e nós os trouxas acreditando que estamos crescendo e evoluindo, almejando chegar no mesmo status...só que até lá será que vai ter alguém por aqui para contar a história???